Bombeiros atualizam número de mortos em Petrópolis para 176
Equipes trabalham dia e noite no resgate de vítimas
Equipes trabalham dia e noite no resgate de vítimas
As mortes provocadas pela chuva da última semana
em Petrópolis, na região serrana fluminense, chegam a 176, segundo
informações do Corpo de Bombeiros. As equipes trabalham dia e noite no resgate
de vítimas. Além dos corpos encontrados, os bombeiros retiraram 24 pessoas
com vida.
Segundo a prefeitura de Petrópolis, 114 corpos tinham sido
sepultados até a noite de ontem. O trabalho de identificação e liberação
de corpos continua sendo feito pelo Instituto Médico Legal (IML). Também estão
sendo procurados mais de 100 desaparecidos.
O temporal mais forte caiu no dia 15 de fevereiro, mas desde
então a chuva voltou a atingir a cidade em diversas ocasiões. Segundo o
Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão para hoje é de
pancadas de chuva ao longo do dia.
Ontem, a Defesa Civil de Petrópolis acionou, no fim da
tarde, as sirenes do primeiro distrito, além de emitir avisos por SMS
e grupos de comunicação por aplicativo. O primeiro distrito envolve a
parte mais densa da cidade e os bairros já atingidos pelos deslizamentos de
terra e enchentes do dia 15, como Alto da Serra, Bingen, Quitandinha,
Valparaíso e centro.
Hospital de Campanha
A Marinha terminou de montar ontem (20) um
hospital de campanha no Sesi Petrópolis, na Rua Bingen. A unidade funciona das
8h às 18h, com 12 leitos de enfermaria e cinco estações de atendimento
ambulatorial, aberto a pessoas que precisem de atendimento de baixa
complexidade.
De acordo com o diretor do Centro de Medicina Operativa da
Marinha, capitão Kleber Coelho de Moraes Ricciardi, a unidade vai
apoiar os hospitais da cidade.
“Estamos aqui para apoiar a estrutura de saúde local,
realizando atendimentos clínicos, laboratoriais, odontológicos, pediátricos,
ortopédicos e pequenos procedimentos. Assim, deixamos os atendimentos de maior
complexidade para os hospitais previamente estabelecidos”.
O apoio da Marinha à tragédia de Petrópolis começou na madrugada do dia 16, na desobstrução das vias com motosserras. Caminhões, retroescavadeiras e material para a instalação do hospital de campanha chegaram na manhã do dia 17. O efetivo da força na cidade é de 60 viaturas e 300 militares, entre fuzileiros navais, médicos, enfermeiros e farmacêuticos.
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